quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Novo carro híbrido da Porsche alia beleza, velocidade e sustentabilidade



Empresas estão investindo em novo nicho de mercado: carros de alto desempenho sustentáveis

O novo carro da Porsche AG, o 918 Spyder Hybrid, é a nova sensação do mercado dos híbridos.

Além de manter a tradição de estilo da Porsche, o híbrido conseguiu mais um feito: bater o Prius, tradicional híbrido da Toyota, em eficiência. O novo modelo pode ir de 0 a 100 km em menos de três segundos. E faz isso gastando menos que o modelo japonês.

O 918 Spyder, que foi apresentado na 65° Feira Internacional de Automóveis de Frankfurt, pode rodar até 116 km com 3,7 litros de combustível - o que bate os 80 km que o Prius faz também com 3,7 litros – e custa a bagatela de US$ 845 mil.

Mas não parece que a categoria de “carrões ecológicos” vai parar por aí: BMW, Mercedes e Audi estão planejando expansões em larga escala de suas unidades de alto desempenho, para impulsionar as vendas e os lucros e ajudar o desenvolvimento de novas tecnologias verdes.

"A demanda está crescendo para carros de alto desempenho, especialmente em mercados como a China, os EUA e o Oriente Médio", disse Falk Frey, analista da Corp, uma agência de classificação.


O CEO da BMW, Norbert Reithofer, ainda destacou que “a empresa acredita na eletro-mobilidade e vai colocá-la na estrada”. Veja um vídeo mostrando as qualidades da máquina:

domingo, 6 de outubro de 2013

'Banheiro descartável' custa alguns centavos e pode ajudar na agricultura

Sacola onde são depositadas as fezes é biodegradável.
Invenção foi pensada para favelas do Quênia.

Um empreendedor sueco está tentando produzir e comercializar uma sacola plástica biodegradável, que funcionaria como banheiro descartável para favelas urbanas no mundo em desenvolvimento.

 
 
Uma vez usada, a sacola pode ser amarrada e enterrada. Uma camada de cristais de ureia quebra os dejetos e os transforma em fertilizante, matando os elementos patogênicos – causadores de doenças – encontrados nas fezes.
A sacola, chamada de Peepoo, é criação de Anders Wilhelmson, arquiteto e professor de Estocolmo. “Ela não é somente sanitária”, afirmou Wilhelmson, que patenteou o produto. “Também pode ser usada para cultivar plantações”.
Em sua pesquisa, ele descobriu que favelas urbanas do Quênia, apesar de densamente povoadas, possuíam espaços abertos onde os dejetos poderiam ser enterrados.

Ele também descobriu que habitantes de favelas locais coletavam seus excrementos num saco plástico e se dispunham deles arremessando-os, o que chamavam de “banheiro voador” ou “banheiro helicóptero”.
 
Centavos de dólar
Isso inspirou Wilhelmson a projetar o Peepoo, uma alternativa ambientalmente correta que, segundo ele, seguramente trará lucro. “As pessoas dirão: ‘Isso tem valor para mim, mas com um preço bom”, explicou.

Seus planos são vender as sacolas por 2 ou 3 centavos de dólar – comparável ao custo de um saco plástico comum.

No mundo em desenvolvimento, calcula-se que 2,6 bilhões de pessoas, ou cerca de 40% da população mundial, não tenham acesso a banheiros, segundo dados da Organização das Nações Unidas (ONU).

Trata-se de uma crise de saúde pública: a defecação a céu aberto pode contaminar água potável, e aproximadamente 1,5 milhão de crianças em todo o mundo morrem anualmente de diarreia, em grande parte devido a problemas de saneamento e higiene.

Para diminuir o problema, as Nações Unidas têm como meta reduzir pela metade o número de pessoas sem acesso a banheiros até 2015.
 
Um trilhão de dólares
O mercado para banheiros de baixo custo no mundo em desenvolvimento é de aproximadamente um trilhão de dólares, segundo Jack Sim, fundador da World Toilet Organization, grupo defensor do saneamento básico.

No que se refere a banheiros, “a classe média atingiu a saturação no consumo”, disse Sim, que se consideram fã do Peepoo. “Isso criou uma necessidade urgente de se olhar para um novo cliente”.

Desde 2001, sua organização organiza a Cúpula Mundial do Banheiro, e Sim contou estar animado pelo fato de, nos últimos anos, terem aparecido empreendedores criando soluções de baixo custo.

No encontro de 2009, a empresa Rigel Technology, de Cingapura, apresentou um banheiro de 30 dólares que separa os dejetos sólidos dos líquidos, transformando o lixo sólido em adubo.
 
A Sulabh International, empresa sem fins lucrativos da Índia e sede da Cúpula Mundial do Banheiro de 2007, está promovendo diversos banheiros de baixo custo, incluindo um que produz biogás a partir dos dejetos. O gás pode, então, ser usado na cozinha.

Entretanto, Therese Dooley, conselheira sênior de saneamento e higiene da UNICEF, afirmou que inculcar hábitos de saneamento não era uma tarefa fácil.
“Isso exigirá uma grande mudança comportamental”, afirmou Dooley.

Ela acrescenta que, embora “o setor privado possa desempenhar um papel de destaque, ele nunca chegará à base da pirâmide”.

Uma população considerável, pobre e sem educação, ainda será deixada sem banheiros, segundo Dooley, e ONGs e governos terão de se empenhar mais na distribuição e educação.

Enquanto isso, Wilhelmson segue em frente com seu Peepoo.

Após testar o produto com sucesso por um ano no Quênia e na Índia, ele contou que pretende massificar a produção da sacola neste verão.
 
Texto: Globo.com /Fonte:http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1527362-5603,00-BANHEIRO+DESCARTAVEL+CUSTA+ALGUNS+CENTAVOS+E+PODE+AJUDAR+NA+AGRICULTURA.html

Coleta de lixo e seu destino.

Nossa equipe realizou uma coleta de lixo no Colégio Sistema Gau de Ensino após a coleta e a separação desse lixo obtivemos os seguintes dados:



 Com esses dados nós realizamos alguns pensamentos sobre esta coleta e ,entre eles, surgiu o seguinte: Qual será o destino desse lixo? A destinação de um tipo de lixo deve-se passar por uma série de etapas.Não se pode simplesmente despeja-lo em qualquer lugar, tem de se pensar sobre seu destino.
 
 Sendo o Lixo Orgânico o maior coletado pela nossa equipe, seria de uma ótima ideia destiná-lo à instituições ou empresas que utilizam desse lixo orgânico para criação de Adubo Orgânico através da compostagem, dando ,assim, um fim ecológico. Também pode ser utilizado o método de  Biogasificação, ou seja,  decomposição anaeróbica que gera biogás, formado por cerca de 50% de metano e que pode ser utilizado como combustível. 

O banheiro que separa líquido e sólido.

  Durante anos e anos, a humanidade acostumou-se com o transporte hídrico de dejetos. Em outras palavras, dar a descarga faz com que fezes e urina sejam transportados até as estações de tratamento através de água.
Mas isso não poderia ser diferente? As descargas padrão atualmente consomem cerca de 6 litros de água por ciclo. Pense quantos milhões de litros de água limpa são utilizados por segundo, ao redor do mundo, para este fim.
Inspirada por este problema e querendo trazer soluções sanitárias a lugares isolados, a empresa francesa Écosphère Technologies desenvolveu um banheiro que faz a compostagem dos dejetos no próprio local, com total limpeza e nenhum odor.
Neste banheiro as fezes e a urina são separadas, pois a saturação da matéria orgânica pela uréia faz com que o processo de compostagem entre em anaerobiose, reduzindo a eficiência e exalando forte odor. A solução foi desenvolver uma tecnologia para separar líquido e sólido assim que são gerados. Deste modo, fezes e papel são compostados por vermes que mineralizam a matéria orgânica a gás carbônico e água (reduzindo drasticamente seu volume), destroem organismos patogênicos e geram um composto rico de nutrientes para o solo. A urina por sua vez é infiltrada no solo por valas.
Devido à redução no volume da matéria orgânica, o reservatório deste banheiro tem capacidade para mais de 5 anos, possuindo portanto baixíssima necessidade de manutenção.
Os benefícios são basicamente a economia de dezenas de milhares de litros de água por ano, a não necessidade de tratamentos caros para despoluir os efluentes e a não necessidade de interligar o sistema com a rede coletora de esgotos, o que pode ser uma operação muito cara em locais remotos.
Mais informações: http://www.drytoilet.eu/

sábado, 5 de outubro de 2013

Homem cria uma ilha com garrafas PET

Pode acreditar, o britânico Richie Sowa é engajado. Tão engajado que ele criou uma ilha que flutua tranquilamente com garrafas PET em uma lagoa em Isla Mujeres, nas proximidades de Cancun (México).

Chamada de Ilha Espiral II (a 1a foi destruída pelo furacão Emily, em 2005), a flutuação é garantida com as 120 mil garrafas plásticas, amarradas firmementes em pallets de madeira. No estágio em que está, as plantas da ilha, juntamente com algas e corais, já formam um elo orgânico com a base plástica, garantindo ainda mais a base da estrutura do local. Seu “sistema de sustentabilidade” é basicamente encontrado nos lixões da comunidade de Isla Mujeres.

 

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